Oficinas nas Escolas

O QUE FAZEMOS?

Inspirados pela pedagogia de Paulo Freire, acreditamos que nenhum conhecimento é possível sem o intermédio do outro e do mundo. Por isso, quando entramos em sala de aula, buscamos incentivar os jovens a compartilharem suas opiniões e experiências, a fim de que sejam eles os sujeitos do próprio conhecimento. As atividades que realizamos em sala de aula, portanto, prezam pela ludicidade e interatividade. Ao longo de quatro semanas discutimos com os alunos questões como “O que é política?”, “Quem faz política?”, “O que é política institucional?” e “Como se engajar?”, utilizando de dinâmicas e rodas de conversa.

 

ETAPAS DO PROJETO 

  • Reunião com a direção (compreensão do contexto da escola e situações problemas)
  • Reunião com professores (apresentação do projeto e estabelecimento de uma relação de confiança)
  • Agendamento das oficinas
  • Ciclo Básico de Oficinas (redação de relatorias a cada oficina)
  • Cadastramento dos estudantes no portal de extensão 
  • Aplicação de questionário de impacto (importante para avaliação interna e apresentação dos resultados)
  • Apresentação dos resultados para professores (troca de experiências com os professores e retorno qualificado)
  • Aplicação de questionário aos professores (importante para avaliação interna)

     

RELAÇÃO ESCOLA E PROJETO 

Ao fecharmos um ciclo de oficinas com uma escola, buscamos estabelecer um diálogo que impacte positivamente tanto os estudantes quanto os professores e a direção que ali estão. Queremos conhecer mais profundamente, observando o limite de quatro oficinas, as percepções dos estudantes sobre si mesmos, sobre a escola e sobre a sociedade. E, posteriormente, sintetizar esse conhecimento para auxiliar professores e direção no desenvolvimento de seus projetos pedagógicos.

 

O QUE ESPERAMOS DA ESCOLA?

  1. O estabelecimento de uma relação de confiança. Somos um projeto autônomo e com uma perspectiva baseada num referencial teórico crítico. Queremos conhecer igualmente os pontos positivos e os pontos negativos da escola a fim de abranger o maior número possível de olhares sobre as situações-problema da sala de aula. A partir dessa interação faremos um relatório que servirá de instrumento de trabalho para a própria escola. 
  2. Uma comunicação transparente e eficiente. Nosso trabalho também depende da organização interna da escola e precisamos ser notificados em caso de mudanças nos horários ou em caso de eventos que ocorram nos períodos das oficinas. 
  3. Uma escuta empática. É comum em nossas oficinas surgirem questões sensíveis e que iremos relatar diretamente à direção. Compreendemos que esses relatos podem muitas vezes gerar um desconforto, mas de forma alguma estamos atuando para isso. Muito pelo contrário, queremos ser uma ponte e uma ferramenta de resolução de conflitos e planejamento de soluções. 

 

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